Mulheres são maioria nas universidades brasileiras

A presença das mulheres nas universidades é uma das principais conquistas femininas do último século. Elas já são maioria entre os estudantes matriculados em cursos de graduação. Dados do Censo da Educação Superior de 2016, por exemplo, revelaram que as mulheres representam 57,2% desses alunos.

Mas o cenário está longe de ser o ideal. Elas ainda ganham salários inferiores, trabalham mais horas por semana e sofrem mais com o desemprego. É o que diz o estudo Estatísticas de Gênero: Indicadores Sociais das Mulheres no Brasil, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ao comparar o salário médio mensal de todos os trabalhos, as mulheres ganham, em média, 75% do que os homens ganham. Isso significa que elas têm um rendimento mensal de R$ 1.764, enquanto o dos homens é de R$ 2.306. Apesar de terem um nível de educação superior, o que deveria ser garantia de um salário maior, elas ainda ganham menos do que eles.

Ainda de acordo com o estudo, o tempo dedicado aos cuidados de pessoas ou a afazeres domésticos também é desigual. Enquanto as mulheres dedicam 18,1 horas por semana, os homens gastam 10,5 horas. Considerando tanto a média feminina quanto a masculina, o brasileiro costuma gastar 14,1 horas por semana com esse tipo de trabalho. Isso significa que além de um salário inferior, as mulheres gastam mais tempo em um trabalho não remunerado e de pouca visibilidade, dentro de casa.

Apesar dessa desigualdade ainda existir no mercado de trabalho, as mulheres vêm conquistando espaços. A busca pelo fim dessas diferenças deve ser contínua e envolve também o fortalecimento e a criação de políticas públicas que estimulem a igualdade de gênero, tanto nas universidades quanto no mercado de trabalho. Nesse sentido, a representatividade das mulheres nas universidades é essencial na luta pela igualdade de gênero.

O ensino a distância, por exemplo, tem ganhado força em todo o país, principalmente por oferecer flexibilidade aos estudantes que não conseguem comparecer presencialmente à sala de aula. Por oferecer o mesmo nível de aprendizado e um diploma com o mesmo valor de graduações presenciais, os cursos EAD oferecem um grande benefício para mulheres que muitas vezes exercem uma dupla jornada de trabalho, incluindo tarefas domésticas e trabalho remunerado.

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Tópicos: Graduação

Católica EAD

Escrito por Alessandra Melo

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